Indie Music Fest 2015 | Resumo Segundo Dia

Um dia que começa bem cedo e com muito calor e música que não terminou, pois durou a noite toda, traz fome, olheiras e vontade de visitar a piscina do Indie em Parada. Os festivaleiros estavam meio vivos, meios adormecidos e espalhados entre mantas, matavam o sono ao sol enquanto o autocarro não chegava.

Depois de uma tarde animada por dois DJ Sets, na companhia do simpático Alvaro Costa, de uns mergulhos e um banho quente voltámos ao recinto de festival que não estava como o tinhamos deixado. Uma provável sobrecarga de electricidade causou alguns percalços que nos privaram de trazermos fotografias de alguns concertos da tarde. É de salientar que os esforços da organização foram muitos, os palcos não sofreram com o corte de luz, mas o resto do recinto teve luz pouco depois de anoitecer, e a festa continuou sem sequer ter parado.

Neste primeiro album encontramos um belo dia nas piscina, e alguns dos concertos: The Gypsies, Electric Reeds, Los Black Jews, Malcontent e Astrodome.

Os concertos destacados pelo público e por nós, claro, são sem dúvida Os Capitães da Areia que para além de um incrivel concerto, nos deram uma divertida entrevista que vos vai deixar a rir com toda a certeza.

Brass Wires Orchestra são uma banda de enormes referências musicais, e é impossivel ficar indiferente à mistura de instrumentos, ritmos, cor e boas energias que este concerto nos deu. Ainda que se tenham notado, como noutros concertos, alguns problemas técnicos exteriores aos músicos, a banda nunca nos deixou em silêncio e sem vontade de cantar.

O pessoal estava alinhado em peso nas grades e a segurança até foi reforçada, não estivessemos a falar de uma das maiores atrações do Indie Music Fest, Os Modernos. Na verdade, pouco tempo estiveram de pé assente no chão, porque a quantidade de crowdsurfing que houve neste concerto está patente neste album em que música e malta voadora não faltou!

E por fim, o destaque vai para Les Crazy Coconuts, onde a estrela do album é sem duvida a Adriana. Não nos são desconhecidos e não vao continuar a ser, pois está certo que vamos continuar a persegui-los! Talvez tenha sido injusta a hora a que tocaram, mas ninguém arredou pé para sentir os passos, as bolhas de sabão e até as purpurinas que voaram ao som dos Coconuts.

E já falta pouco para terminarmos esta retrospectiva, mas há tanto para mostrar!

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