Tour de Tara Perdida pára no Porto por uma noite

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Os já míticos Tara Perdida prometiam uma noite repleta de emoções, letras cantadas, e muitos empurrões. A banda do eterno João Ribas, que embora já não esteja entre nós, continua mais presente que nunca neste grupo de músicos, chegou ao Porto com a promessa de abanar as paredes do edifício vermelho. A abrir, estiveram os Boca Doce, que guiados pelo seu capitão mor, puseram o público a cantar refrões como “Já fui um Conquistador” ou até “Á Minha Maneira”. Um momento divertido, com temas transformados através de muita distorção e uma bateria frenética.

Os Tara Perdida entram em palco depois de muitos cânticos com o seu nome, onde a primeira parte deste concerto assume uma postura mais acústica e intimista. Alguns dos temas mais icónicos da banda lisboeta assumem aqui uma força fora do normal, com o público a não deixar escapar uma palavra. Destaque para o refrão de “Lisboa”, aqui transformado para “Invicta, és só tu e eu.”

“Vá, agora saiam daqui” dizem os maridos às mulheres e filhos que também estavam presentes na sala. A troca de guitarras acústicas por elétricas só significa que vem aí o esperado peso e ritmo tão típico de uma banda como os Tara Perdida. Escutam-se os temas do novo álbum, “Luto”, numa eterna homenagem a João Ribas, onde o novo vocalista diz por entre músicas “Este palco é vosso, o microfone é vosso, vamos cantar numa só voz. Há alguém lá em cima que tem de nos ouvir”. Empurrões, mosh, refrões entoados de cor, assim se fez a festa com Tara Perdida.

 

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